11.1.12

Mulheres ricas – TV BAND

mulheres-ricas - Apocalipse Em Tempo Real Desesperado com a nova temporada de mais um BBB? Saiba que o circo dos horrores da TV brasileira atingiu literalmente o auge da exposição da miséria humana: Mulheres Ricas, da Band.

É pra quem têm estômago forte! Quem sobreviverá antes de começar a sentir engulho, a ânsia que precede o vômito?

O enjoo é imediato, basta ouvir o modo afetado e desumano como falam as milionárias que têm suas vidas expostas no reality show mais fake do Sistema Solar.

Narcisa Tamborindeguy, Brunete Fraccaroli, Débora Rodrigues, Val Marchiori e Lydia Sayeg possuem algo em comum, muita bufunfa, assim como sofrem da mesma carência: senso de ridículo. Deus dá, Deus tira.

As cinco madames tupinambás aceitaram participar de uma farsa que envolve mais dinheiro que novecentos mensalões. É impossível acreditar que os diálogos mostrados no programa sejam naturais. Não. Foram todos criados (e depois ensaiados) por algum teledramaturgo sadomasoquista e analfabeto. Ou elas são burras mesmo.

Por que alguém aceita mostrar em canal aberto, sem nenhum constrangimento, o que há de pior nos primatas? As aparições dessas senhoras parecem uma gincana de futilidade em que vence quem se mostrar mais desprezível. Periguetes, relaxem: grana não faz a menor diferença na hora de ser vulgar.

Hello! Ai, que tédio! Aique Batista. Todo mundo tem que almejar ser rico. São os bilionários que movem a economia mundial, e não quem trabalha feito um pobre. A felicidade está logo ali, basta ter nascido rico ou ter se casado com um. Ou berço ou cama.

Que todas sejam alienadas, ok. Perderam a noção de realidade por dever de ofício. A produção já contava com essa característica das participantes. Mas ninguém da Band vai chamar o doutor Drauzio ou internar para tratamento aquela única bonitona viciada em champanhe? Ela é alcoólatra, tadinha! Fase terminal.

Uma utilidade pedagógica para essa atração é ilustrar os jovens sobre o porquê de Maria Antonieta ter sido decapitada. Agora também entendo o que motivou a Revolução Francesa e as barbáries contra a realeza na União Soviética. Mereciam.

Se alguém quer se arriscar a assistir a Mulheres Ricas, o aviso está dado. Eu precisei depois rever três vezes Cidade de Deus para me acalmar. Meu nome agora é Zé Pequeno!

2 comentários:

Anônimo disse...

Segundo Alex Jones, nós idolatramos os piores exemplos da sociedade. MUITOS artistas e jogadores de futebol são viciados em drogas, têm longo histórico criminal (agressão, briga familiar, pensão alimentícia, direção perigosa seguida de morte de terceiros,...)e não batalharam pra chegar onde estão - isto muito mais no caso dos artistas. O DEPRIMENTE é que muitos deles são provenientes de camadas sociais privilegiadas. O contrário de "Mulheres ricas" é o "Casos de família" e os shows do DNA do Sr Ratinho. Estes dois últimos mostram pessoas pobres, de baixíssima renda, que por meros 20 minutos de fama espoem-se ao ridículo em rede nacional ao passo que a emissora ganha MILHÕES com a audiência da baixaria.

maria da glória perez disse...

Assisti, apenas, ao segundo episódio, e acompanho os comentários na mídia.
É engraçado como a "crítica" generaliza. A Débora Rodrigues mostra-se como uma pessoa normal, madura.
Nela não há excesso, não é ostensiva.
São cinco participantes e, portanto, não é possível estender a todas os defeitos verificados em algumas.
Lamentável!

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