1.1.12

2012 o mundo em crise: Recriando a vida

Crise-Economica-Mundial-2011-2012Finda o ano, inicia-se o novo. No íntimo, o propósito de “daqui pra frente, tudo vai ser diferente”... Começar de novo. Será?
Atribui-se a Gandhi esta lista de Sete Pecados Sociais:
1) Prazeres sem escrúpulos;
2) Riquezas sem trabalho;
3) Comércio sem moral;
4) Conhecimento sem sabedoria
5) Ciência sem humanismo
6) Política sem idealismo;
7) Religião sem amor.

E agora, José? No mundo em que vivemos, quanta esbórnia, corrupção, nepotismo, ciência e tecnologia para fins bélicos, práticas religiosas fundamentalistas, arrogantes e extorsivas!

Os ídolos atuais, que pautam o comportamento coletivo, quase nada têm do altruísmo dos mestres espirituais, dos revolucionários sociais, do humanismo de cientistas. Hoje, predominam as celebridades do cinema e da TV, as cantoras exóticas, os desportistas bilionários.

Uma parcela da juventude se afunda nas drogas, na busca virtual de um ‘esplendor’ que a realidade não lhe oferece. São crianças e jovens deseducadas para a solidariedade, a compaixão, o respeito aos pobres. Uma geração desprovida de utopia e sonhos libertários.

A autraliana Bronnie Ware trabalhou com doentes terminais. A partir do que viu e ouviu, elencou os cinco principais arrependimentos de pessoas moribundas:

1) Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a que os outros esperavam de mim;

2) Gostaria de não ter trabalhado tanto;

3) Gostaria de ter tido a oportunidade de expressar meus sentimentos;

4) Gostaria de ter tido mais contato com meus amigos;

5) Gostaria de ter tido coragem de me dar o direito de ser feliz.

E nós, que ainda não estamos moribundos, de que gostaríamos de não nos arrepender?

A cada fim de ano, é inevitável a mistura de sentimentos. refletimos sobre o que passou e o que virá, avaliando como podemos fazer diferente e melhor.

O mundo está passando por profunda transformação, e embora saibamos que isso é algo constante, o momento atual nos sinaliza com mudanças significativas e que podem determinar uma nova era no cenário mundial e isso, obviamente, inclui o Brasil.

Europa em crise, Estados Unidos ‘mal das pernas’, a China avançando e por aí vai. Especula-se até que o Brasil está prestes a assumir o posto de quinta economia do mundo, o que nos orgulha por um lado(?),mas por outro nos preocupa quando olhamos a realidade da nossa educação, saúde, segurança etc.

No entanto, ainda que por motivos esportivos, no compasso de espera da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, o País e mais precisamente o Rio de Janeiro estão sob os holofotes.

A hora é de não só mostrar toda a potencialidade, como também absorver o máximo de benefícios que tudo isso pode proporcionar à nação.

Somos conhecidos pela nossa beleza natural e pela característica de um povo acolhedor. Mas, em verdade, somos bem mais que isso. O Rio foi capital do País e ainda hoje é uma das maiores (senão a maior) referência cultural e turística do Brasil, e isso inclui também o cada vez mais aquecido turismo de negócios.

Como amantes da cidade, fica o nosso desejo de que o ano que se inicia seja um divisor de águas para o País e para Rio. Que nossas autoridades minimizes os interesses próprios e direcionem esforçam para o crescimento sólido, trabalhando em prol do bem comum e de um crescimento uniforme de toda a Nação.

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